sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Em Boa Viagem

Por Moura Gonçalves


Em Boa Viagem
Os relacionamentos humanos se baseiam nas compras e vendas.
Os ganhos?
Esmolas.

13. 03. 2011
Noite



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Expressando Minha Liberdade

Gosto de xingar. É claro: quase nunca presencialmente me dirijo para quem o xingamento vem a ser direcionado. Portanto tomo cuidado com o meu gosto. Mau gosto? Por favor: é benesse das melhores! Quando não estou bem ou desejo toscamente rir é simples: xingo da forma mais desbragada meus incômodos. Eis uma reação válida contra tantas aflições dentre quantas há no mundo. Livro-me por um momento das minhas raivas e sinto calma depois. E não ofendo quem quer que seja por ser atitude tal secreta. No máximo sabida pela gente de meu convívio particular.

Muitas vezes entretanto por causa de não obedecer aos ditames da consciência citados acima cometi gafes as quais ao lembrar envergonham-me. Contudo nunca largarei de mão a possibilidade tão humana de descer o sarrafo, com palavrinhas especiais adequadas para se referirem aos desafetos, na vontade louca de bem extravasar o sentimento sincero momentâneo.

Vejamos os piores modos ofensivos em termos do considerado linguajar atual de calão: aos machos chamo de veados; às fêmeas, vadias. Com dois "vês" o prazer sublimado. Também uso sinônimos. Privar-me deles? De jeito nenhum! Sei das pessoas homossexuais e feministas o seu desprazer automático diante de tais referências pouco lisonjeiras... E lá quero saber! Enquanto nossa sociedade for homofóbica como também machista xingarei com as palavras apresentadas aqui: com mais outras do mesmo gênero. Quem há de negar o caráter do calão revelador dos piores preconceitos sociais que nós temos? Ninguém. Então efetivamente sua carga só será bem usada na compreensão comum e besta que nossa mentalidade social coletiva do tamanho dum grão de pouca coisa quase nada nos proporciona: tudo bem?

domingo, 11 de setembro de 2011

Para Quem Engenharia Faz (ou Manutenção)

Por Moura Gonçalves


Não há construções acabadas.
Que nem a vida: não pode ser acabada.
Senão não seria vida mas morte.

16.12.2010
Madrugada

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Um Dom

Pedro I do Brasil foi malandro de marca maior. Entretanto tinha lá suas qualidades.

Não digo das conhecidas pelas fêmeas mas das musicais.

Dois hinos. Um português. Outro brasileiro. Duas jóias de civismo. Feitas por Pedrinho sem-vergonha. Que fazer? São lindos!

Eis o dom da cria de Carlota Joaquina: musical. Talvez único.

Nada diga de mais, Domitila, pois não desejo saber!



Monárquico Português



Imperial do Brasil