sábado, 14 de novembro de 2015

Observação Extremamente Sensível

Amarguras a vida sempre vai nos dar ao paladar espiritual. O coração inevitavelmente por causa delas será ferido. Que fazer perante tanto sofrimento? Nada mais que suportá-lo. Tal suporte nos há de ser oferecido pelo próprio ferimento por cicatrizar mas ofendido novamente por inúmeras vezes: sua resistência. Não será tão fácil da segunda vez ferir que nem a prima. Portanto que nem a vida de quem a guerra vai mas não volta do jeito que foi.

Tamanha fortaleza vai causar admiração. Mas o forte não pode ser construído por areais de desejo. Todo sacrifício se faz na parte mais interior do templo. Na maior parte das vezes o querer tão-só particular não tem vez nas melhores escolhas. Assim a vontade vem a ser diversa por demais da vocação. A vocação é substância daquilo que somos. O desejo nada mais é que toda vontade de nos esquecermos.

As paixões certamente são o presente dado pela serpente para nossa primeira mãe. Nosso presente: que nem caixa de Pandora. Com Eva demos portas abertas de par em par aos esquecimentos constantes, anestésicos ou narcóticos, sobre toda verdade. Quem há de viver por hoje sem isso? Contudo quem for cumprir com o seu ser humano vai ter de suportar a dor. A dor amargurada. Só. Sem compartilhar pois as outras pessoas também têm seus amargores. E ninguém está com disposição a sobrecarregar seu peso.

domingo, 4 de outubro de 2015

O Conselho Problemático de Marta Suplicy

Gozar na Tela




Com desgosto me lembro certa vez em que tive de dar ouvidos a mais uma defesa boboca das artes modernas. Quem faz arte, segundo quem se fez ouvir por minha boa vontade, precisa de liberdade libertina para compor suas obras. E pintar, ainda segundo tal voz, uma tela, por exemplo, não deveria ser algo regrado para quem lhe põe tintas mas sim praticar a pintura como quem goza na tela.

Pois é: gozar na tela. Todas as pessoas no recinto que me faziam companhia compreenderam imediatamente da conotação sexual ao ser o verbo gozar assim conjugado na frase. Não hei de desmentir tanto pois várias pinturas realmente se parecem com meros gozos de tinta por suas telas. Entretanto... Que desgosto!

Consequentemente penso no tantra. Tal tipo de sexo que quase ninguém ocidental pratica pois requer fazer amor sem orgasmo: portanto sem de tal tinta seus jatos. Ocidente desregrado sem gozos? E nossas obras artísticas: por onde vão ficar? Entretanto segundo quem o tantra defende sentirá mais prazer quem prolongar seus momentos de tesão e sustentar o gozo para ficar daquele jeito por um bom tempo.

Talvez as obras artísticas deem maior prazer estético quando bem executadas seguindo por vezes regras de composição? Creio que sim. Algo de sublime que perdura no tempo: que nem o gozo sustentado pelo tantra. Mas... Cadê paciência para sustentar qualquer coisa nas paragens com “insustentáveis levezas de ser”?

E tem algo mais. O tantra não se pratica só. Também é de recomendação praticar com seu bem amado somente. Que dizer então do divórcio? Das trocas de casais? Orgias? Bem... Os povos orientais realmente se mantêm fiéis enquanto praticam tantra? Não dá para praticar tantra só ficando mais tempo na “vibe” da sustentação do gozo? Não posso ser assim a gostosura do cabaré?

Vamos imaginar. Fico com tesão por mais tempo. Posso fazer gozar qualquer pessoal que vai no remelexo comigo pois jamais hei de baixar minha guarda... Que tal? Masturbações por altas horas até! Todos os sexos alcançar em orgia com o meu baita tesão... Ficar daquele jeito não só por um bom tempo mas quase todo tempo vem a ser um bom negócio?

São perguntas para serem questionadas nas peças de Zé Celso. Mas... Será que seu Zé vem a ser assim um praticante do tantra por nossos dias? É guru: não se questiona. Mas exerce seu magistério pela força que toma do tantra? Tais questões já são metafísicas: envolvem iniciação e, portanto, práticas esotéricas que santificam as pessoas além das comuns nas religiões conhecidas.

Êta! Tem gente carola que por alto bom som avisa: masturbação faz mal. E já temos pesquisas científicas que tentam comprovar tal malefício! Ver pornografia? Também! Então quem vai ver Zé Celso se lascou! Cadê Ministério da Saúde nos advertindo deste mal? E Roberto Carlos com suas canções de deixar a calcinha babada?

Conclusão: rememoro Marta Suplicy. Seu conselho, depois de pensar eu tanto sobre gozo, não é dos mais claros. Em situações apertadas devemos relaxar e gozar? Estamos em crise... Com dona Dilma portanto melhor é praticarmos o tantra para nós alcançarmos Críxena por suas alturas? Ou virarmos artistas com quintilhões de telas cada?

Bem... Arrisco responder. Entretanto com algo misterioso digno de livros esotéricos! A meta de nossa presidanta nos há de nortear.

domingo, 20 de setembro de 2015

Polêmicas Apostólicas


Os indivíduos, seguidores principais de Jesus, em número de doze são contados assim certamente por causa do simbolismo contido por exemplo nas doze tribos israelitas. Entretanto discordo das pesquisas modernistas que questionam existir, e garantem algumas até que de fato não existem, as doze pessoas elencadas nos evangelhos. Também!... É do feitio de tais pesquisas questionar existências por vezes incômodas...

Não são doze na verdade: são catorze. Por além da dúzia conhecida Paulo temos, apóstolo de gente pagã, mais Maria Madalena.

Maria Madalena?

Vamos justificar. As igrejas católicas orientais igualam aos indivíduos apóstolos de Jesus, que já contamos em treze, Maria Madalena. Tal consideração por ela vem dos primeiros séculos cristãos. Então é nada de gnosticismo! Tampouco maluquices contemporâneas nossas sobre Madalena que coitada vê dos Céus tantas besteiras ditas em seu nome.

Comprovamos tal Maria sendo não igual só mas até por excelência também apóstola pois qualquer apostolado nada mais é que propagar a boa nova da ressurreição do Cristo. Quem foi de prima bater os olhos em Jesus vencedor da morte? Quem foi de prima com plenos pulmões anunciar tal boa nova? Sim: as mirifóras que nem ela tiveram igual atitude. Contudo com quem Jesus conversa de primeira vez após o momento de sua glória?

Portanto sim: apóstola Maria Madalena.

Quando for eu pintar na santa ceia Jesus transubstanciando pão em seu corpo lh’O ladearei com doze. Na consagração Judas já tinha dado no pé fugido. Maria Madalena lá por certo ficou fiel até no derradeiro momento juntamente com João. Inclusive por cá vem um bom argumento para defender o sacerdócio feminino... Mas ainda defendo minha religião pois sobre tal assunto só com intervenção direta dos Céus para mudar.

Rezai, portanto, mulheres defensoras de sacerdotisas católicas rosários a Nossa Senhora para que por qualquer aparição d’Ela próxima diga claramente que mulheres podem e devem, ou não, ter as mãos ungidas para celebrar também que nem os machos o sacrifício por excelência!

Duas excelências então: apostolado de Maria Madalena mais sacrifício da santa missa. Com as devidas proporções, esta maior, aquela menor, evidentemente.

Mas... O simbolismo do número doze se perderá?

Não. As portas da Jerusalém celeste no livro da revelação final joanino sempre serão as pessoas apóstolas do Cristo. Na porta de João vem gravado também o nome de Maria Madalena. Que nem na de Pedro vem o de Paulo. Quem é do Catolicismo Romano concordará que são duas colunas de mesmo templo Paulo mais Pedro. Só restará raciocinar bem para concordar com a relação entre João e Madalena.

Meu raciocínio registrarei por textos futuros. Então deixarei por enquanto quebrar a cabeça quem me lê.

Lembremo-nos por fim do tenebrário. São quantas as velas? Quinze. São apagadas quantas? Catorze. Quem as velas representam?

Repito minha pergunta: quem encontrou de primeira vez aleluia?

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Audição Nova Brasil

De Blusinha Branca

Para quem usa calcinha também branca. Portanto de molhar a blusinha.


Felicidade

Choro demais com esta... Dançarei portanto na minha própria chuva. Também sinto tesão com a voz que canta "Melhor viver meu bem...".


Já Sei Namorar

E também engravidar. Até talvez abortar!


Oração

A melhor de todas! Imbatível! Depois desta Deus realizará qualquer pedido por mais absurdo que seja.


Palavras do Coração

Por incrível que pareça gosto realmente desta. Minhas roupas íntimas vez por outra também ficam... Bem... Esqueçam!


Sapato Velho

Vozes para ninar crianças e gente lesada.

 
"Shimbalaiê"

Zélia Duncan cantaria. Também Ana Carolina. Sem contar Adriana Calcanhoto. Sim! E Simone do Natal. Mais? Ângela Rô-Rô com Zizi Possi.


Sorriso de Flor

Música campesina feita por gente citadina. Mas... Pode? Sim: em trabalhos acadêmicos o campo pode ser mais conhecido do que por gente que pega nas enxadas.


Bônus

Qualquer uma de Nando Reis.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

De Colega para Colega

Saudação


Minha gente colega minha:
Melhores colegas no mundo não há!
Sem quase qualquer amizade...
Mas posso cantar com prazer a minha gente: colegas.
A sua companhia madura.
Pelo menos supostamente madura.
Companhia com seu quê de salutar
Pois sem a grande dependência das amizades
Temos maior liberdade com ela.

Minha gente!
Tão colega minha!
Não sei lidar com a liberdade porém.
Contudo não sei lidar com a minha carência também.
Não sei lidar com vocês enfim.
E minha chatice cobra só tudo que talvez
O coleguismo nunca vai poder oferecer.
Ah, colegas!
Eis a minha tristeza persistente.
Minha tristeza que me proíbe
De conviver com vocês plenamente
No coleguismo verdadeiro.

Mas assim ainda canto qualquer coleguismo
Pelo coleguismo de vocês.
Inimizades até podem ter entre si coleguismo!
Talvez a nobreza vem a ser encontrada
Verdadeiramente
Na relação entre colegas.
Na relação louvável de colegas.
Canto tal relacionamento por ele ser louvável.
Que nem em Esparta por quem buscava guerra...
Que nem por Atenas em plena democracia...

Sabemos igualmente do mau coleguismo.
Da mesma forma sei de minha desconfiança com vocês.
Entretanto quantas provas de bom coleguismo vocês me deram?
Com elas é possível cantar
Portanto nosso coleguismo.

De colega para colega
Canto.
Canto nossa possibilidade de nos desconhecermos futuramente.
Depois de não nos vermos anos a fio
Fingiremos que nos desconhecemos
(Aposto!)
Quando por acaso de novo nos encontrarmos
Ao virar qualquer esquina
Construída pela nossa condição humana.
Bem...
Aceitemos isso pois fará parte também de nosso coleguismo.

Minha gente colega minha:
Melhores colegas no mundo não há!
Sem quase qualquer amizade...
Mas posso cantar com prazer a minha gente: colegas.
A sua companhia madura.
Pelo menos supostamente madura.
Companhia com seu quê de salutar
Pois sem a grande dependência das amizades
Temos maior liberdade com ela.


13. 02. 2012

sábado, 4 de abril de 2015

Um sacerdote católico prega que quem desconhece sua fé vem a ser apóstata. Melhor: desconhecer no sentido de não estudar! Então, após tal pregação, o Catolicismo deixa de ser a segunda maior religião do mundo para ser uma das nanicas...

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Fazer críticas maldosas a quem comete seus erros e também reza não é contraproducente no fim das contas? Bem... Lembro-me que Jesus disse que não veio para gente sã mas sim doente. Portanto... Vamos deixar em paz os defeitos alheios? E se somos vítimas dos seus erros façamos a correção devida sem lançar mão de tal provocação tão infantil!

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Um sacerdote católico prega que todas as pessoas católicas devem estudar a sua fé. Digamos então que tais pessoas estudem de fato. Que maravilha! Bem... Ampla maioria delas apoiarão, após seus estudos, a Fraternidade São Pio X.

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O povo defende com unhas e dentes Estado laico mas nem sabe que diabos vem a ser isso. Por favor: chega de palpite! Vão estudar e depois, assim seriamente, discutam. Para começo de conversa vou levantar a lebre... Não existe cultura laica: vamos ter então Estado laico? Qualquer pessoa defensora de tal laicismo nos Estados pode tal pergunta me responder?

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É tão fácil dizer que vivemos em um mundo que não presta... Que pessoas são horríveis... E mais coisas do gênero. Mas quem diz tais asneiras já tentou pensar ao menos na dificuldade para chegar onde nós estamos hoje? Temos organizações sociais bastante complexas para serem pensadas somente por gente descontente com a vida...

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Bem... Até no presente momento não encontrei qualquer pessoa pagã que saiba realmente sobre paganismo. Se nem sabem sobre sua própria religião que dirá saberão algo da minha! Melhor é não exigir portanto.




domingo, 29 de março de 2015

Nunca tive disciplina. Por incrível que pareça faço meus estudos sem ela. Demora para conseguir resultados mas... E daí? Talvez eu com ela chegaria mais depressa nos finalmentes... Entretanto quando deambulamos mais e com vagar conhecemos outros lugares que futuramente poderão servir de caminho para se chegar em outros fins. Melhor proveito: não?

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As mulheres não sabem quão são lindas! E nunca vão saber. Tanto melhor pois sabendo virariam todas lésbicas. O fim dos seres humanos então. Agora não é pedir demais que saibam ao menos um pouquinho para darem a sua conduta moral também alguma beleza. Não exijo tanto da macharada por tal maneira pois ela não tem auxílio só seu tão salutar.

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O pessoal talvez não se lembre quão difícil era conseguir ler bons livros, assistir bons filmes, ouvir boas peças musicais, ver bons programas de televisão... Enfim: um bocado de coisas antes de termos esta tal de Rede Mundial de Computadores. Precisamos dar valor aquilo que temos! Usá-la melhor já seria bom passo... Não é?

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Estou gostando de ver! As mulheres cada vez mais participam da política partidária tanto majoritária quanto na disputa de vagas legislativas e seus respectivos mandatos. Porém nossos quadros políticos, além de mais belos, hão de mostrar uma mudança mais séria? Vamos esperar os próximos capítulos da novela chamada “Mulheres no Comando”.

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Não adianta. Já mandei vários artigos contra. Vários vídeos contra. Várias argumentações também contra. Mas a pessoa freqüentemente não os lê. Nem os vê. Tampouco, quando com ocasião rara vai prestar qualquer atenção, lhes tenta compreender. Quanto mais seriamente discuti-los! Enfim... Ela continua favorável ao feminismo.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Suposta Preservação da Nossa Cultura


Quem toma conta da cultura pernambucana por hoje? São pessoas que desconhecem o significado da palavra tradição. Portanto se vão conservar algo dela conservarão mal: supondo que vão conservar alguma coisa!

Vejamos exemplos.

Desejam preservar igrejas antigas cristãs mas são pessoas idólatras... Vão preservar bem tais templos? Querem manter os prédios antigos de pé mas são pessoas adeptas das escolas artísticas modernistas... Vão mantê-los bem de pé realmente? Demonstram orgulho do passado glorioso de nossa província mas suas peças de teatro, filmes, espetáculos musicais ou quaisquer outras manifestações culturais pouca coisa, talvez até quase nenhuma, retrata bem tal História... Qual orgulho?

Por além disso leem mal e poucamente. Compreendem qualquer coisa mal portanto. São ignorantes maiorais de sua própria cultura! Sem contar as interpretações acerca de Pernambuco todas distorcidas por causa de tantas ideologias malucas. Enquanto dinheiro público lhes pesa nos bolsos tais criaturas infelizmente sujam assim o nosso patrimônio cultural.

Nada mais além da verdade digo.

Sim: até posso concordar que Pernambuco se tornou refém de sua tradição revolucionária. Mas estudando bem as nossas revoluções a maior parte de suas ideias era legitimação política cabível para pessoas conservadoras.

Vejamos exemplos?

A nobreza de nossa pátria surgiu no batismo de sangue da Restauração Pernambucana. Surgiu que nem qualquer nobreza legítima portanto. Nossa primeira tentativa de praticar a república, de primeira vez nas Américas inclusive, foi capitaneada pela nobreza! Não aguentávamos mais Portugal por descumprir mil acordos feitos conosco. Legítima vem a ser assim a derrubada do mau regime por um, ao menos aparentemente, melhor.

Basta consultar Tomás Aquinense.

Nos tempos revolucionários a maior parte das ideias que fundamentavam a revolta bebiam da tradição tanto pernambucana quanto da comum aos povos ocidentais. Basta lembrar a frase de 1817: "Pernambuco segunda vez restaurado".

Todavia desconhecíamos ingenuamente que qualquer proposta revolucionária, por mais bondosa que possa parecer, largará mão da tradição quando lhe for empecilho para sua manutenção esta. Presenciamos hoje tamanha tristeza com a gente revolucionária de plantão que toma conta da nossa cultura.

Sem mais.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Na Praça Leão Coroado


Com o casal Carraro dei breve passeio por alguns logradouros de minha cidade natal. Quando chegamos a Praça Leão Coroado ficamos diante do seu monumento. Temos um homem nele por cima de leão que domina com o peso de seu corpo mais as suas mãos abrindo da fera tamanha... Certamente tal estatuaria peculiar demonstra de Leão Coroado sua grande bravura.

Dei tais explicações ao casal com o motivo de tal homenagem. Para quem não sabe Leão Coroado foi quem efetivamente principiou de Pernambuco seu século revolucionário. Por 08 de março de 1817 Coroado fere quem lhe dá voz de prisão: um militar português que tenta reprimir o nosso movimento de revolução planeado para nos livrar do jugo monárquico português, pois além de querermos ser independentes de Portugal desejávamos a república, mas precipitado por força das circunstâncias que foram a descoberta dos planos de revolta culminando na tentativa de prender nosso Leão.

A bravura deste Leão portanto não se fez esperar não só para ferir mas igualmente matar tal inimizade.

Daí se deu 1817. Malogrado. Fomos um país independente por alguns meses e só. Contudo tal tentativa revolucionária marcou por demais qualquer espírito que nasce por estas bandas!...

Entretanto quando contava de tal façanha seu porquê meu casal cabisbaixo silenciava seu constrangimento tão exposto no gestual meditabundo tanto da delicada face fêmea, por antes disso com lindo sorriso, quanto pelos fortes traços da masculina. Bem... Expor algo revolucionário sendo glorificado para meu bom casal não é lá boa coisa! Por qual motivo?

Somos pessoas ditas conservadoras. Evidente que não envergonho-me de meu ser pernambucano: longe disso! Contudo sem qualquer temor hei de defender a verdade.

Toda proposta justa de mudança política, tal qual foi 1817, não pode se pautar no pensamento revolucionário. Contudo, naquele tempo, tal proposta revolucionária foi julgada melhor. Por qual motivo? Não condeno pois eu lá lhe também escolheria. Sem contar o pensamento conservador que dava seus primeiros passos ainda... Tanto não entendíamos bem esta tal de revolução que para legitimá-la buscávamos lhe justificar em nossa tradição histórica, por exemplo, na frase: "Pernambuco segunda vez restaurado".

Figura bem tamanho problema quando nossa bandeira foi benzida pelo logradouro chamado por hoje Praça da República.

Diferentemente de nossos dias que poderemos conhecer bem os malefícios da revolução acredito na boa vontade de Leão Coroado.

No mais historiar tal episódio, que nem tantos outros revolucionários pernambucanos, ajudará na compreensão do porquê qualquer projeto revolucionário vem exercendo tanto fascínio nos seres humanos. E também concluindo, partindo da compreensão pernambucana, que só por meio da tradição cultural se pode ter uma prática saudável da melhor dinâmica social para nós nela vivermos então.

Em verdade Pernambuco sempre foi conservador e tradicional. Quem estuda bem seu passado concordará comigo. Portanto meu casal pode ficar tranquilo que por cá sempre se sentirão em casa.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Constantinopla

Medonha palavra que não sai de minha cabeça:
Constantinopla!
Não é melhor Istambul? Prefiro Bizâncio...
Mas teima não sair da minha cabeça!

Talvez algum ancestral trauma
Chamado Turquia
Por mim ainda mora.


28. 03. 2014
Noite