terça-feira, 24 de maio de 2016

Vejo quase toda juventude se reunindo para conversar água. Durante três... Quatro... Talvez um dia por inteiro! Tempo que poderia ser gasto com boas leituras.


Única concessão que faço para “cerimônias transformistas” após Concílio Vaticano II: na celebração do lava-pés escolheria doze lindas putas. No sacerdócio beijaria com gosto seus pés... Por favor, gente conservadora: não me mate!


Alguém chega na porta da casa por onde moram minha vozinha mais minha madrinha para vender um par de sandálias de cem reais e tanto... Nem as com asas de Mercúrio suponho ter outras tão caras! Mas são milagrosas: curam quase toda doença por onde bem no mundo vemos em que sobrevivemos... E melhor: são vendidas que nem água. Todo nosso bairro já tinha comprado tais calçados enviados pela providência divina! Quase que sinto vergonha por estar fora da sensatez ao meu redor até sufocante quando minha vozinha despacha tal mascate para logo depois dizer: “Quanta mentira!”.

Daí me lembro logo de quem? Eduardo Campos.


Preciso tomar cuidado com alguns fascínios mórbidos que tenho... Quais? E por qual motivo cuidado tomar?

Iniciava conversa com Carolina Belém e Pedro Barros sobre quanto Satanás me fascina quando logo depois imediatamente vejo, por um dos televisores do bar onde nos encontrávamos, Putin mais Sua Santidade Francisco... Basta chamar que vem? Êta! Cuidado, Chico: com fogo não se brinca!

Bem... É recado também para mim então. Atenção, Moura Gonçalves!


Ouço com devoção o Coral Palestrina. Desde minhas semanas santas na Paróquia de Santo Antão, onde suas canções eram tocadas antes das celebrações litúrgicas, até por agora que baixo da rede seu repertório. Sempre, com encantamento, pus meus ouvidos que dóceis a tais vozes tão harmônicas desejavam ser mais próximos das coisas celestes. E melhor: destaco Rosângela Gonçalves. De tão harmoniosa praticamente voz angelical se torna cada palavra por ela cantada.

Meus parabéns então a regente Custódia Maria Cardoso!


OBSERVAÇÃO IGNORANTE

Talvez a Literatura foi das artes única que pode receber boas influências da tal Arte Moderna. Nas outras só presencio decadência. Música Clássica cada vez mais próxima do mero barulho... Danças atualizadas ao trocar os pés pelas mãos... Pinturas na verdade garatujas... Esculturas na verdade monturos... Sem contar as famigeradas “intervenções”: horror dos horrores! Entretanto temos boa prosa no século XX. Também poesia de primeira.

Fernando Pessoa. Manuel Bandeira. Guimarães Rosa. Marcel Proust. Virgínia Woolf. Também Walt Whitman.

Por qual motivo tal situação dispare? Não sei.

Sim. E... Sim! Não sei! Sei? Não. É bom investigar? Sim. Mas ainda não investiguei. Portanto nada mais a declarar.

sábado, 21 de maio de 2016

 



Não reproduzam discursos de quem quer que seja sem antes procurarem saber se correspondem eles sim ou não a realidade. Sem qualquer correspondência são besteiras já ditas infelizmente repetidas. Nem que sejam ditos por Nosso Senhor Jesus Cristo! Quem diz a verdade não teme receber a confrontação daquilo que sabemos, enquanto seres humanos, de fato tendo discernimento mais sinceridade. Portanto se continuarem a papagaiar idiotices vou lhes pressionar a reproduzirem os discursos de Dilma Presidanta.


No livro Caim de Saramago sua personagem principal se chama José Saramago. Mas o “deus” em livro tal é qualquer, e toda talvez, incompreensão desse Caim.


Jamais tente me dizer saber mais que qualquer ser humano só por causa de seu diploma. Basta falar a mínima bobagem sobre qualquer assunto: com gosto botarei seu canudo na lama. Melhor! Agradecerás a mim de joelhos por ter posto tal papelucho no chão ao invés de noutro canto... Lá no seu curso superior seria: que tal? Pode ser de qualquer faculdade: Letras, Engenharia, Medicina, Direito... Também História! Pode ter pego por Harvard: não interessa! Bastou falar asneira para meus ouvidos doerem e minha voz gritar aos quatro ventos assim: imbecil!


Meu caçula fez observação pertinente sobre monge budista de novela... Sim: alvo do charme venéreo. Quão as pessoas tem preconceito com gente celibatária! Monge... Padre... Ninguém que deseja ser virgem escapa! Não reclamo de preconceito necessariamente pois qualquer pessoa forma doutra supostos conceitos enquanto não a conhece bem. Todavia deixem o celibato viver em paz! Há seres humanos que sim resistem a cafajestes e vadias.


Toda reclamação por mim escrita penso setecentas e duas vezes e repenso mais novecentas e três antes de pôr na grafia da letra pois eu posso ter feito também a burrada que desejo criticar: por exemplo. Reclamar em vão? Se possível nunca! Vamos primeiramente compreender? Agora compreender não é passar a mão na cabeça. Bem... Inclusive, futuro próximo, pretendo registrar igualmente minha “Mea Culpa”. Que pena: não sou tão foda quanto pareço!...


Contemplar a nudez é pecado? Vamos então destruir todas as pinturas com modelos sem vestes! Enquanto mandamos grandes obras artísticas ao limbo propagamos nosso mau gosto de carolas para todas as criaturas.


Toda pessoa, por mim conhecida, que se pôs a reclamar de qualquer humor feito sem inteligência já fez piadolas até piores. Reclamações que por muitíssimas vezes vão chegar às raias de ser irritante... Nossa Senhora do Bom Humor: valei-nos! Até para rir precisamos aturar chatices? Humor é para ser vadio! Também eu por exemplo já fui bastante praticar tal carnaval de chatura... Não mais! Deixemos o povo rir das piadas até bobas ou cretinas: um dos momentos raros de contentamento neste “vale de lágrimas”. E viva Rafinha Bastos!



23. 11. 2013
Tarde