sábado, 31 de maio de 2014



Quem estuda não estuda.
Quem ensina não ensina.
Só de ver esta má sina
Minha boca fica muda?
Não! E que ninguém iluda
Meu cantar pois com voz forte
Não é de satã consorte...
Formam sem educação?
“Milagres do Brasil são”.

*
Que barafunda seu... Digamos... Espetáculo, senhor Rieu! Quão insuportável também! Músicas tocadas e canções cantadas de tal forma que qualquer produto de digestão animal ganha de todas elas em valor. Eu tentando ler na parte de música clássica da Livraria Cultura... Qual música clássica? Prefiro dar ouvidos ao senhor Teló. Pega sua rabeca, palhaço Rieu, para fazer um novo número com ela: tentar enfiá-la no seu cu. Que tal?

*
Meus cabelos são problema! Caem muitos fios... Eles podem ser encontrados nos lugares mais imprevistos! E para limpar a casa? Que dificuldade! Mas ainda prefiro ter cabelos longos: um ornamento legal para minha cabeça pensante. Mas... Obs.: “És tu que limpas a casa?” (Mainha).


Fernanda Paes Leme não é bem atriz... Mas é linda: particularmente xodó! Talvez esperança se pode ter de que por um dia faça trabalho sério... Daí quem sabe não vem atuação das boas? Espero!




05. 05. 2013

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Estigmas e Confusão


Por vários relatos de pessoas que se tornaram santas, e tiveram os estigmas da paixão de Jesus em seus corpos, as marcas dos cravos que deixaram Cristo de braços abertos na cruz são normalmente descritas nas palmas de suas mãos. Entretanto sabemos hoje, depois de diversos estudos sobre como corpos eram crucifixados em épocas romanas, que só no pulso daria sustento para se pendurar no madeiro: contrariando nas palmas pois, se nelas, estas se rasgariam impossibilitando manter o corpo violentado suspenso na cruz.

Então a Divindade por tanto tempo com enganos manifestou por sua gente fidelíssima chagas onde não as tinha?

Necessitamos compreender. E para começar a compreender exercitemos o nosso poder imaginar. Imaginemos que Francisco recebe seus estigmas, em vez de nas palmas das mãos, nos pulsos... Que rebuliço não seria! Quanta gente chamaria tal manifestação de demoníaca! Quão mais dificultoso não seria reconhecer em Francisco sua santidade! Portanto continuo tendo fé na sabedoria divina: melhor evitar, o máximo possível, empecilhos desnecessários para salvar as almas... Se todas as imagens retratam de forma tal para quê mudar em forma qual?

A Sabedoria Divina toma da sua criação para se manifestar. E seria doutra maneira? Não! Assim ela toma também da composição humana para daí se dar manifesta diante de seres humanos privilegiados. Rememoro Catarina de Sena que via Nossa Senhora mais seu Filho com anjos e pessoas santas em disposições que figuravam nas pinturas de seu tempo. Manifestar de forma diversa da costumeira não ajuda na compreensão: dificulta. Tenho que ter alguma familiaridade com aquilo que desejo compreender: não?

O mundo metafísico portanto se faz mais acessível para tais pessoas escolhidas por meio de sinais que podem ser relacionados com os símbolos em nós compreendidos pelo comum tanto da Natureza quanto da Cultura. Lembremo-nos da pomba. Também do véu rasgado de cima para baixo no templo judaico.

No mais igualmente nos lembremos que confundir em vez de se fazer entender é só com Satanás.

sábado, 17 de maio de 2014

Uma lagartixa, longe de quaisquer coisas feitas por mãos humanas, só sobe por lugares opacos, ou seja, lugares sem transparência que nem os vidros de nossas janelas. Ao menos suponho.

Mas... E quando sobe pelos vidros? Ela não estranha poder ver, além em cima de si, por baixo de seus pés algo do mundo?

Que pena! Já vão acabar com a Coreia do Norte... Podíamos um presente ter dado de parabéns ao PC do B. Qual? Viagem sem passagem de volta para lá! Mas... Os Estados Unidos vão vencer e tudo será Coreia do Sul... Bem: ainda temos China, Cuba...

Ana Paula Valadão pode catequizar os povos indígenas SIM! Eu recebo "catequese" constante das urucubacas esquerdistas, por vezes se fazendo de representantes das culturas indígenas até, no meu curso superior... Não é via de mão dupla?



13. 04. 2013

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Saber


"Ousai Saber!"

Atenas, em teus braços
Nunca vou conseguir
De Vênus os regaços
Confortáveis sentir!
Completa sem abraços
A força costumeira,
Solar pois altaneira
Nos braços,
É tua quanto minha:
Sozinha.


25. 03. 2011
Noite
26. 03. 2011
Noite

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Poucas e Boas com Mérito

Conviver com gente que se diz intelectual sem ser é de lascar meus nervos por tantas vezes quantas já são incontáveis quase... Sim: é recorrente. Dizem que quem apanha jamais esquece porém eu por levar porradas mil mais uma caber na minha lembrança vem a ser impossível. Minha nossa! Pior é que nunca vem só mais uma mas um número delas na casa do quintilhão... Olvido de sua maioria portanto.

Daí viro Judas em sábado de semana santa.

Na brincadeira pueril de malhar Judas tomamos de paus e pedras, mãos e pés com pernas e braços, fogo mais o que possa valer para dar cabo de quem traiu Jesus: em um boneco de pano na maioria das vezes representado simbolicamente. Todavia que digo de minha defesa para quem intelectual se considera? Não sou de pano! Nem meu coração de papel.

Para quem se vê também no meu lugar: oh! Chorai comigo!

Bem sei que para quem não se vê devo dar explicações. Então lá vai.

Pretendo ser intelectual. Por mais de dez anos estudo com afinco. Na busca de dar explicações ao que somos tive problemas sérios. Um deles é ter a pretensão idiota de saber mais do que quem está por minha volta.

Quanta coisa da realidade nos escapa! Pior: nem o próprio real foge também da fugacidade concernente com tudo no mundo pois é suposto. Sabemos das nossas criações: o conceito de realidade vem a ser uma delas. Enfim... A relativização, apesar do mal que nos causa por hoje sua demasia, mostra quão frágil nosso saber pode ser.

Ê Sócrates: interroga-nos mais uma vez!

Pensamos ao menos estar ao pé da verdade mas infelicidade nossa: tão longe de nós está de fato. Contudo teimamos vencer discussões ridículas em vez de conseguirmos reforços para conjuntamente se trabalhar em prol do menor desconhecimento. Sem humildade nos sobrepomos as pessoas como se fôssemos gente que salva... Loucura: não sabemos nós que contrariamente pomos a perder.

Depois não se pode reclamar que nenhum diálogo se tem.

Ninguém tem caminho só. Nem verdade. Tampouco vida.

Minha solidão não é composta tão-só das insensibilidades advindas doutras pessoas para comigo. Também estou nela por algum mérito. Diversas ocasiões em que me comportei mal fizeram de mim gente solitária. Certamente que recebi muitas incompreensões: mas igualmente talvez dei. Percebo com nitidez atualmente tal situação pois agora na posição estou de quem sofre toda pedância que se possa ter em um ser humano. 

Bem... Encontraste, Moura Gonçalves, nenhuma pedra filosofal. Por qual motivo te portas que nem alguém depois de ter tomado posse dela?

Melhor... E quem intelectual pretendia também ser? Afugentas?

Um exame de consciência para fazer me cabe.

Quem quer que nos encontre por aí comumente não espera de nós conversas agradáveis pois são “intelectuais” normalmente: na verdade cheias de pedância. Mais: arrogância! Quem bateu por agora leva! Não agüento quem finge saber sem na verdade saber. Mas... E quem verdadeiramente sabe?

Santa Virgem de Cimbres: dai-me nervos!