terça-feira, 15 de outubro de 2013

Intolerância Laica


Meu texto seguinte foi feito para contrapor algumas mentiras hoje ditas acerca da religião. Contrapus de maneira particular a quem com ignorância mal sabe daquilo que supostamente critica. Sem revelar seu nome publico tal contraposição: espero que sirva para qualquer pessoa que não pensa bem antes de dar com a língua nos dentes.



Fulana de Tal.

Culpar a religião de boa parte das mazelas humanas é mais uma vez escolher um bode para sofrer expiação. Digo mais uma vez pois vez por outra, talvez até sempre, vamos apaixonadamente sem escrúpulos caçar algumas bruxas... Coitadas! Não renego que muitas das mazelas humanas são fomentadas pelo modo religioso de lidar com a realidade. Todavia não condenamos as bruxas só nas fogueiras inquisitoriais.

A religião se tornou nova bruxa por hoje.

Como? Vejamos.

Eugenia: temos a ciência fazendo também uma lambança daquelas! Muitas das nossas instituições educacionais que se consideram racionais aval para deram: “Estudar as condições mais propícias à reprodução e melhora da raça dos seres humanos” (Aurélio). Sabemos atualmente quão ridículo vem a ser isso! Mas basta consultarmos historicamente tal proposta para conhecermos a sua validade tamanha tempos atrás.

Da mesma maneira que diversas pessoas estudiosas podem citar quinhentas mil cagadas religiosas outras tantas estudiosas igualmente poderão elencar quinhentas mil cagadas só que científicas. Então vamos ficar só nos exames de fezes “Il Milione”? Bem... A questão que devemos colocar é: quando vamos tentar ao menos curar a doença?

Quem está doente? Nós: os seres humanos. Ora!

Mas não! Em vez de civilizadamente discutirmos... Cada qual no seu canto dá seu berro sem querer ouvir réplica: pode? Quem é da religião diz de quem a contradiga ser cria de Judas. Quem é da ciência revida dizendo ser a religião obscura. Daí que malhamos o Judas Obscuro que fica no meio de nossa tão obstinada... Como posso chamar? Ignorância!

Quando digo nós eu não estou só sendo gentil. Quantas vezes em conversas que tivemos horrores falei das crenças institucionalizadas? Entretanto resolvi dar ouvidos às partes da disputa. Qual não foi minha surpresa quando descobri bons argumentos doutro lado! Concordo plenamente contigo por lembrar: “É sempre bom conhecer as coisas antes de criticar”.

Sugestões?

Para contrapor Marcelo Luz temos Karen Armstrong. Para Paulo Roberto Lopes? Maria Fernanda Vomero.

Melhor ainda, se for possível, consultar as fontes: as pessoas praticantes da religião. Nada digo das imbecis: elas existem nas universidades também por sinal. Mas temos colegas protestantes, por exemplo, que podem prestar auxílio para maior entendimento de sua doutrina. Não quero dizer que com isso vais acabar discordando de tudo que criticas por agora mas se forem acertadas tuas colocações elas serão fortalecidas com o diálogo: se não vais deixar de cair em erro.

Repito: diálogo. Nenhuma briga por favor. É difícil ter um mas não custa tentar.

Custa?

Custa menos do que qualquer intolerância. Vivemos hoje mais uma: laica.



16. 01. 2012

domingo, 6 de outubro de 2013


Enquanto pessoas que se diziam suas amigas se distanciando vão aos pouquinhos de você melhor é tomar uma resolução de respeito: desfazer de vez qualquer possibilidade de contato. Pena que nem sempre tenho colhões para reagir de tal maneira.


Tomo mais um gole de café. Leio mais um parágrafo do livro. Que dupla! Casada por quem costuma ler. Com mais outro bocado na boca termino minha leitura.

Mas... Escrever? Mil textos preciso dar ao largo das leituras alheias... Ei, café: dá para pular a cerca?


Os relacionamentos sexuais hoje são um lixo! Vamos apoiar o celibato portanto? Seja por motivos religiosos ou quaisquer outros. Melhor: o motivo da promiscuidade. De tanta percorrer a vida só talvez é caminho plano.


As palavras postas por escrito são fortes. Muito fortes! É por tal força que nós nos atestamos ao dispormos delas. Um instrumental que também nos conforma portanto. Sabemos do vigor de tal registro: mas inconscientemente quase sempre. Portanto cuidado na força!



17. 03. 2013