sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Um pé d’água se deu num dia todo dias atrás. Por alguém, em vez de se referir ao tempo fechado com a cor escura costumeira, foi referido com a cor branca. Daí fui dar espiadela no céu.

Também cabe se referir a tal tempo como céu todo branco de chuva. Mas... Qual motivo? Sabemos o sol de luz branca. Seus raios dispersados nas nuvens as deixam também com a mesma cor.

Então me lembro de quão sensível foi tal vista que não se deixou levar pela descrição comum de tempo cinzento. Quase que nem a da noite: pior esta vem a ser pois a noite não é negra mas azul escuro.

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Em Glória do Goitá conheci seus mamulengos. Atenção por um deles tive que levei-o para casa. Seu nome: chibana. Mistura de calango com jacaré mais serpente. Nem me venham lembrar dos ornitorrincos! A chibana: perfeita.

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Convivência mais boa conversa são as duas melhores pedagogias que conheço. Delas temos seu melhor proveito quando bem conversamos e convivemos com pessoas que são verdadeiramente nossas amigas. Qualquer criatura que pretende ser intelectual deveria saber disso.

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Já que gente cinéfila faz tanta questão em ver cenas de nudez nos filmes hei de propor então o seguinte: quando forem gravar tais cenas é bom não deixar só quem atua sem vestes mas igualmente todas as pessoas que participam na gravação. Quaisquer mostrarem assim seus atributos naturais... Que tal? Venhamos e convenhamos: quem atua ficará mais confortável para gravar cenas tão libidinosas. Não é?

Certamente que toda cinefilia vai gostar apaixonadamente demais dessa proposta. Comprarão sempre filmes que venham com o bônus dos bastidores... Ou melhor: estenderão tal proposta também às salas de cinema! Bem... Não contem comigo: prefiro ver em casa.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Estou percebendo que com Espinosa foi malfadado todo projeto filosófico talvez bem executado por Mário Ferreira dos Santos... A saber: demonstração em modo geométrico.


A paz de Jesus Cristo não vem a ser aquela de Nando Cordel. Nem a das inumeráveis ONGs epidêmicas por hoje. Tampouco qualquer ONU traz ela consigo. Talvez a comparação mais acertada seja com a romana: “Se queres paz te prepara para ter guerra”. Com observação acrescento: César nunca dará verdadeira paz que nem a cristã. “Quem tem ouvidos ouça!”


Ninguém pode sair acusando quem quer que seja sem provas. Bem... Óbvio: não? Entretanto parece não ser tão óbvio quando se julga por aí nosso tão difamado Catolicismo. Saber o mínimo sobre tal instituição religiosa virou para muita gente por inúmeras vezes exigir que se faça tese de doutorado sobre. Santa Virgem de Cimbres! Ignoremos então! Ignoremos então! E vamos mentir sem dó nem piedade!


Tenho pavor de quem sai dando suas opiniões sem o mínimo de conhecimento daquilo que discute. Cadê senso de realidade? Sem noção! Vamos procurar saber então seu parecer sobre ter algum bom senso? No mais pessoas opiniáticas deveriam tomar no... Curso superior de Biblioteconomia!


Quem for ensinar História nas escolas mando recado: se qualquer estudante chegar para mim contando mentiras sobre quaisquer episódios históricos eu vou pedir com urgência seu desemprego. Serve também para quem ensina qualquer das ditas ciências humanas ou quem mais se meter nos assuntos tão-só possíveis de serem tratados nelas e só nelas. Vá procurar outro trabalho mais condizente com ignorância tal!


A pessoa quer fazer algo sério mas uma turbamulta sem vergonha só quer “causar”... Quer saber? Conclamo quem tem responsabilidade para nós arriarmos as calças e saias da galera bagunceira: nela danarmos assim um chicote de sangrar nádegas.

Observação: em mulheres bonitas bastam palmadas. E de leve.


Nada de golpe militar. É quase certo que vamos cometer os mesmos erros, ou piores até, se for ao contrário. Nossa situação é difícil mas é por tal momento que mais precisamos de cabeça fria. Coragem temos quando com serenidade lidamos também.



25. 03. 2014
Manhã / Tarde

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Por incrível que pareça já recebi numa de minhas nádegas apalpadela de mão fêmea. Faz tempo. Nós éramos mais jovens com hormônios à flor da pele. Bem... Gostei! Depois não compreendo tantas reclamações para meras cantadas... As mulheres sofrem demais! Só que não percebo.

Galanteios são algo completamente diverso das agressões verbais. Portanto não vamos meter uns com outras no mesmo saco. Bom lembrar: a moça que me fez festa na nádega só fez por troça. Que pena! Bem... Então eu poderia me revoltar e dizer: assédio! Mas não.

É preferível compreensão em vez de vítima se fazer e ficar reclamando sem necessidade. Não hei de morrer por causa de troças. E, quem sabe, mulheres realmente não sofram por levarem elogios por aí com leve sabor de pimenta. Mas... Enfim: estou talvez a vos fazer um discurso com requintes de crueldade...

Sabe-se lá!

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Impressiono-me deveras o quão ignoramos coisas importantíssimas... Chega dá gosto de ler os conimbricenses! Explicando bem frase por frase nosso grão Aristóteles. Hei de tentar aprender latim para depois tomar os estudos coimbrãos na fonte. Por enquanto só com livros introdutórios e traduções de fragmentos. Mas já contente por conhecer algo que realmente preste.

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Quando se falam, vez por outra, de crianças, em livros historiográficos principalmente, com grande pesar acentuam que todas elas foram educadas em tempos atrás que nem pessoas adultas em miniatura... Horror! Mas educamos as crianças sempre para ficarem retardadas ou para crescerem? Os desenhos animados, por exemplo, facilitam qualquer aprendizagem. Bem... Aprender não amadurece?

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Com a reforma litúrgica do Conciliábulo Vaticano II todas as igrejas hoje tocam as músicas mais inadequadas que todo mau gosto possibilita. Dar pontapés em desde belíssimas composições polifônicas ditas clássicas até, maior de todas e quaisquer composições musicais litúrgicas, o cantochão é trabalho de quem realmente não só tem um profundo mau gosto mas tem tal gosto morando nas profundas dos infernos.

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Quando com dor de cotovelo meus ouvidos vão atentos ao brega: várias vezes inclusive da pior qualidade. Com dor espiritual mais séria, luto por exemplo, prefiro dar ouvidos, até por demais, a música clássica. Mas enquanto dói sem trégua não tendo qualquer razão aparente desejo bem ouvir o fado português.

É: tal dor última se chama Saudade.

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Não compreender quem poesia faz por escrever diuturnamente sobre mulheres é revelar um mau gosto sublime. Que desgosto! Raríssimas pessoas, assim privilegiadas, viram anjos diante de si: portanto com exceção delas nada de tão belo poderemos contemplar além da mulher em nossa vida fugaz. E que, sendo possível qualquer abominável discordância, toda língua se cale!

Sim: mandar a língua se calar é mesma coisa que mandar calar a boca... Tudo bem?




15. 02. 2014
Noite