domingo, 7 de abril de 2013

Notas Esparsas 4


“Nas alturas! Para ninguém conseguir ouvir qualquer ruído... Vamos: nas alturas!”: digo com uma raiva daquelas!...

E já nada de concentração... Tudo disperso nas ondas sonoras saídas dos aparelhos em alto volume de minha vizinhança.

Tecnologias: que saudade daquelas onde carrilhões e fogos atendiam mais aos ouvidos.

Hoje quem não tem seu som espancador de tímpanos em casa? Silêncio: jaz!

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Nós educamos as crianças com o quê? Já se foi com minha bisavó seu tempo que jovens de maioridade plena tinham inocência. Não digo que gente com quatorze não possa ser informada sobre sexo por exemplo. Mas dez, oito, seis até... Nem preciso dizer por onde são informadas: televisão e rede mundial são dois meios exemplares. Sem qualquer cuidado! Desde que prestei meus ouvidos a muita gente conservadora deixei de zombar delas... Tudo tem seu tempo.

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Qualquer um ansiosamente quer amor incondicional. Todavia dois quaisquer o tornam impraticável. Sem amor nada seríamos? Talvez ódio. Paulo lembro pois a caridade na sua consideração é sem limites. A caridade vem a ser amor. E relacionada com a divindade cristã. Que culmina no que diz João: “Deus é amor”.




21. 10. 2012

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