quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Entre Paganismos 1


Hoje presenciamos o renascimento de religiões pagãs nas plagas européias e também estadunidenses. Evidente que tal fenômeno também há de se dar aqui pois as influências do norte do globo são freqüentes, e pesadas até, sobre sua parte sulista...  Pesadas?

Esclareço.

Cá sempre tivemos religiões pagãs próprias. E sem precisar serem inclusive renascidas! As de matriz africana por exemplo. Contudo também temos agora paganismo com seus panteões estrangeiros...

Então sou contra qualquer influência de fora que nem a loucura de Policarpo Quaresma?

Não.



Entretanto sabemos do paganismo sua ligação com a natureza. Será portanto que ritos estrangeiros podem ser adaptados ou transpostos até para nossas florestas brasílicas? As religiões de matriz africana nasceram aqui... Conhecem como ninguém o meio natural no qual se fizeram...

As florestas de cá não são nem similares as florestas de lá. Para saber é só comparar os elementos tanto dumas quanto doutras. Enfim: é mais fácil por cá no meu quintal ver a passear Iansã que fadas célticas!

Talvez a proposta de reverenciar a natureza se diversifique tal qual cada lugar onde se faz o rito sagrado. Cada local tem ambiente natural próprio. Magia grega feita no Japão eficaz é que nem em sua terra? Suponho pela negativa.

Conclusão: é mais condizente para quem opta pelo paganismo nas terras ao sul da Terra tomar para si religiões pagãs oriundas de seus respectivos territórios que forasteiras.

Porém humildade tenho para mais estudos e melhores esclarecimentos.

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